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quarta-feira, 13 de setembro de 2017
Frente Parlamentar da Saúde realiza Audiência pelo Dia Nacional de Luta Por Medicamentos
Frente Parlamentar da Saúde realiza Audiência pelo Dia Nacional de Luta Por Medicamentos
O Plenarinho da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) esteve lotado na manhã desta quarta-feira (dia 6), por conta da Audiência Pública pelo Dia Nacional de Luta por Medicamentos, abordando Conquistas e Desafios. O proponente e idealizador da ocasião foi o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde e Institutos de Pesquisas Afins, deputado estadual José de Arimateia (PRB-BA). No Brasil ainda é crescente a quantidade de pessoas que diariamente sofrem com o acesso a tratamentos e medicações essenciais para a inibição de diversas doenças.
Em seu pronunciamento, o deputado Arimateia, classificou como um dos agravantes a deficiência de dados epidemiológicos, que gera como consequência, a judicialização para o alcance de medicamentos de alto custo, acarretando danos, especialmente financeiros, ao Sistema Único de Saúde (SUS). “O setor da saúde vem sofrendo e tem feito a população baiana passar por necessidades severas em decorrência da falta de investimento em pesquisas e de um planejamento logístico e de recursos”, opinou, cobrando explicações das autoridades responsáveis e também aos especialistas presentes.
A doutora em Saúde Pública, farmacêutica e professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Giselia Santana Souza, realizou uma apresentação minuciosa, com um histórico de introdução dos medicamentos no Sistema Único de Saúde e os desafios da manutenção com o crescimento populacional. Segundo ela, o Brasil tem uma forte dependência com outros países em fabricação, pesquisa e desenvolvimento, e lamentou, pois ainda não existe um Projeto Nacional para atingir progressos nesse setor específico. “A assistência farmacêutica só poderá acontecer de forma exitosa quando for efetivamente olhada, pensada e estruturada”, disse, ressaltando que a China e a Índia são grandes portadores do genérico na atualidade.
Para a diretora da Departamento de Assistência Farmacêutica (DASF) da Secretaria Estadual da Saúde (SESAB), Daniela Nunes Vitor, existe uma redução considerável da população economicamente ativa, ou seja, mais pessoas idosas e menos indivíduos nascendo.“O processo de envelhecimento está acontecendo de forma acelerada no Brasil. Essa mudança da pirâmide demográfica no Brasil aumenta a demanda de medicamentos para tratamento de doenças crônicas”, disse, enfatizando que o Governo Federal gastou 1,2 bilhões em saúde e a Sesab 37,5 bilhões, ambos no ano de 2016
Compuseram a mesa da Audiência, o superintendente da Assistência Farmacêutica, Ciência, Tecnologia em Saúde (SAFTEC), Luís Cláudio Guimarães, que representou o secretário Estadual de Saúde, Fábio Vilas Boas, o coordenador da Assistência Farmacêutica da Secretaria Municipal de Saúde de Salvador, Bruno Viriato, representando o secretário de Saúde do Município, José Antônio Rodrigues Alves, além da farmacêutica Solange Oliveira Santana, que esteve representando o Conselho Regional de Farmácia e o Hospital Juliano Moreira.
Texto: Ludmilla Cohim
O Plenarinho da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) esteve lotado na manhã desta quarta-feira (dia 6), por conta da Audiência Pública pelo Dia Nacional de Luta por Medicamentos, abordando Conquistas e Desafios. O proponente e idealizador da ocasião foi o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde e Institutos de Pesquisas Afins, deputado estadual José de Arimateia (PRB-BA). No Brasil ainda é crescente a quantidade de pessoas que diariamente sofrem com o acesso a tratamentos e medicações essenciais para a inibição de diversas doenças.
Em seu pronunciamento, o deputado Arimateia, classificou como um dos agravantes a deficiência de dados epidemiológicos, que gera como consequência, a judicialização para o alcance de medicamentos de alto custo, acarretando danos, especialmente financeiros, ao Sistema Único de Saúde (SUS). “O setor da saúde vem sofrendo e tem feito a população baiana passar por necessidades severas em decorrência da falta de investimento em pesquisas e de um planejamento logístico e de recursos”, opinou, cobrando explicações das autoridades responsáveis e também aos especialistas presentes.
A doutora em Saúde Pública, farmacêutica e professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Giselia Santana Souza, realizou uma apresentação minuciosa, com um histórico de introdução dos medicamentos no Sistema Único de Saúde e os desafios da manutenção com o crescimento populacional. Segundo ela, o Brasil tem uma forte dependência com outros países em fabricação, pesquisa e desenvolvimento, e lamentou, pois ainda não existe um Projeto Nacional para atingir progressos nesse setor específico. “A assistência farmacêutica só poderá acontecer de forma exitosa quando for efetivamente olhada, pensada e estruturada”, disse, ressaltando que a China e a Índia são grandes portadores do genérico na atualidade.
Para a diretora da Departamento de Assistência Farmacêutica (DASF) da Secretaria Estadual da Saúde (SESAB), Daniela Nunes Vitor, existe uma redução considerável da população economicamente ativa, ou seja, mais pessoas idosas e menos indivíduos nascendo.“O processo de envelhecimento está acontecendo de forma acelerada no Brasil. Essa mudança da pirâmide demográfica no Brasil aumenta a demanda de medicamentos para tratamento de doenças crônicas”, disse, enfatizando que o Governo Federal gastou 1,2 bilhões em saúde e a Sesab 37,5 bilhões, ambos no ano de 2016
Compuseram a mesa da Audiência, o superintendente da Assistência Farmacêutica, Ciência, Tecnologia em Saúde (SAFTEC), Luís Cláudio Guimarães, que representou o secretário Estadual de Saúde, Fábio Vilas Boas, o coordenador da Assistência Farmacêutica da Secretaria Municipal de Saúde de Salvador, Bruno Viriato, representando o secretário de Saúde do Município, José Antônio Rodrigues Alves, além da farmacêutica Solange Oliveira Santana, que esteve representando o Conselho Regional de Farmácia e o Hospital Juliano Moreira.
Texto: Ludmilla Cohim
Projeto "COMO IDENTIFICAR AS DOENÇAS SILENCIOSAS PELA COR DA URINA"
DELINEAMENTO DO PROJETO "COMO IDENTIFICAR AS DOENÇAS SILENCIOSAS PELA COR DA URINA"?
O processo de integração de conceitos e
práticas criado por excelência Pela RENAL BAHIA, projeta-se no sentido de
compor esquemas teórico-operacionais alicerçando-se na articulação
biológico-social, fluindo de ideias, teorias explicações, projetos de ação e de
investigação, códigos e premissas ético-legais donde gradualmente são
acrescidos, no sentido de sustentar e desenvolver competências para a prática
assistencial.
Assim uma concepção ampliada, articulada e sustentada de
práticas orientadas para os diferentes viveis de atuação em saúde, aliada a uma
concepção sensível e comprometida de atitude profissional constituem os eixos
integradores do projeto, configurando urna abordagem apta a garantir uma
concepção de desempenho profissional que, sintonizada com as mobilizações e
diretrizes que norteiem os mundos da formação e do trabalho em saúde,
privilegia sínteses tais como: preventivo-curativo, biológico-social,
individual-coletivo, entre outras, em detrimento ao descaso e falta de
internações dos pacientes e pessoas sem o devido conhecimento básico das
'Doenças Silenciosas'.
Daí a concepção do
projeto é de prevenção dos sintomas e o efetivo tratamento, por meio de
'adesivos informativos, chamando a atenção para a cor da urina", sendo
colocados em lugares públicos em geral, e em especial nos banheiros públicos,
bem como de repartições, escolas, empresas. etc., contendo as informações que
se fazem necessárias, quanto aos riscos e perigos iminentes, que se encontram
camuflados no âmago do ser humano.
Nesse sentido, a
integração trará um relato de experiência, no campo da prevenção, com ênfase na
abordagem à família como núcleo constitutivo de relações assistenciais a serem
desenvolvidas para superar tanto a abordagem hospitalocêntrica, quanto as
relações interpessoais vigentes, centradas em relações de poder e de saber que
desconsideram a realidade de cotidianos de vida até então sofrendo com o
descaso das autoridades, na valorização da competência relacional, enquanto
elemento imprescindível ao desenvolvimento do vínculo e de reações interpessoais
saudáveis.
Em síntese, este projeto fundamenta sua especificidade em
investimentos complementares e inovadores relativos à formação de uma força
tarefa, para prevenção das doenças silenciosas.
Dr.Raimundo Nonato Vasconcelos de Freitas
Advogado da Renal Bahia
terça-feira, 5 de setembro de 2017
Setembro Verde
O
mês de setembro é marcado pela campanha do setembro verde, que destaca a importância para uma campanha de incentivo a doação de
órgãos. É o Setembro Verde, que pretende conscientizar as pessoas sobre a
importância da doação e, ao mesmo tempo, fazer com que as pessoas
conversem com seus familiares e amigos sobre o assunto. O mês é
escolhido em alusão ao Dia Nacional de Doação de Órgãos, comemorado em 27 de
setembro.
Em todo o país, a
Semana de Incentivo à Doação de Órgãos é comemorada na última semana de
setembro, por iniciativa da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
(ABTO), Ministério da Saúde e secretarias estaduais de Saúde, com o principal
objetivo de divulgar informações sobre doação e transplante de órgãos e, desse
modo, sensibilizar a população para a importância da doação.
Na Bahia, durante o
“Setembro Verde”, iniciativa da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), por meio
da coordenação do Sistema Estadual de Transplantes, e com a parceria do HGRS,
comemora-se um crescimento em torno de 14% no número de doações de córneas e de
5,88% de múltiplos órgãos durante o primeiro semestre (janeiro a julho) desse ano,
em comparação ao ano passado. Com isso, foi possível aumentar o número de
transplantes de córneas em 15,49%; de fígado em 55,5%, de rim cadáver em
48,14%. O número de transplante de rim com doador vivo também apresentou
aumento de 20% e o de medula óssea registrou um crescimento de 10,94%.
As atividades do
“Setembro Verde” prosseguem com a abordagem do da temática da Doação de Órgãos
e Tecidos para Transplantes todas as terças-feiras do mês, das 7h30 às 8h30 nas
sessões clínicas do HGRS. Entre os dias 19 a 28, no Shopping da Bahia, haverá a
exposição fotográfica de pacientes transplantados “Diga sim à vida”. No dia 13,
acontece apresentação musical no HGRS e no Hospital do Subúrbio, com
sensibilização para a doação de órgãos.
No dia 15, de 8 às
17 horas, será promovido um seminário sobre o processo doação/ transplantes
para profissionais do Hospital Geral do Estado (HGE), e entre os dias 20 e 22,
Curso de Capacitação de Coordenadores de Comissões Intra Hospitalares de Doação
de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTTs), no HGRS. No primeiro dia do
seminário (20), de 14 às 17 horas, haverá uma discussão aberta ao público,
sobre o tema Doação de Órgãos e Religião. Além disso, as CIHDOTT´s e as
Organizações de Procura de Órgãos (OPOs) da capital e do interior do estado
irão realizar ações de sensibilização para a importância da doação de órgãos e
tecidos em suas respectivas unidades hospitalares.
Para a coordenadora
do Sistema Estadual de Transplantes, da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab),
Rita de Cássia Pedrosa, os investimentos que estão sendo feitos pelo Governo do
Estado nessa área, têm se revertido em resultados “muito benéficos para a
população que precisa de um transplante”.
Seja um
doador
Para ser um doador, o principal é informar o desejo à
família porque, após o diagnóstico de morte encefálica, ela é
consultada e orientada sobre este processo.
A morte encefálica, mais conhecida como morte cerebral, representa
a perda irreversível das funções vitais que mantêm a vida, como a perda da
consciência e da capacidade de respirar; o que significa que o indivíduo está
morto. O coração permanece batendo por pouco tempo e é neste período que os
órgãos podem ser utilizados para transplante.
Quando o doador é uma pessoa falecida, podem ser retirados para
transplante duas córneas, dois rins, dois pulmões, fígado, coração, pâncreas,
intestino, pele, ossos e tendões. Ou seja, um único doador pode salvar muitas
vidas.
Também é possível ser doador em vida, sem comprometer a saúde.
Nesses casos, é possível doar tecidos, rim e medula óssea. Ocasionalmente,
também é possível doar parte do fígado ou do pulmão.
O Brasil possui o maior sistema público de transplantes no mundo.
Em 2016, mais de 90% dos processos realizados no país foram financiados pelo
Sistema Único de Saúde (SUS), onde os pacientes possuem assistência integral,
incluindo exames preparatórios, cirurgia, acompanhamento e medicamentos
pós-transplante.
terça-feira, 15 de agosto de 2017
Governador Ruy Costa entrega ambulâncias para as cidades do interior do estado da Bahia
Vinte e duas novas ambulâncias
vão reforçar a saúde pública no interior da Bahia. Nesta segunda-feira (14), o
governador Rui Costa realizou a entrega das chaves dos veículos para os
prefeitos dos municípios contemplados. Realizada no Centro Administrativo da
Bahia, em Salvador, a cerimônia reuniu autoridades das esferas municipal e
estadual. De acordo com Rui, as ambulâncias reforçam outros investimentos
do governo no interior.
O presidente da Renal Bahia Sr. José Vasconcelos de Freitas acompanhou
as entregas dos veículos fazendo uma parceria com os prefeitos e representantes
das cidades com a apresentação dos projetos de saúde:
- Prevenção Sintomas e Tratamentos.
- Doenças silenciosas
- O que nos diz a cor da urina.
Foram beneficiados os municípios
de Anguera, Apuarema, Cabaceiras do Paraguaçu, Caém, Camacan , Caravelas,
Carinhanha, Cícero Dantas, Cipó, Conde, Itatim, Ibicaraí, Ipecaetá, Itacaré,
Itaetê, Jandaíra, Mulungu do Morro, Nazaré, Nova Fátima, Ponto Novo, Seabra e
Tanque Novo.
terça-feira, 9 de maio de 2017
TERAPIA RENAL SUBSTITUTIVA: DESAFIOS ATUAIS NA BAHIA.
PRESIDENTE DA RENAL BAHIA FALA EM AUDIÊNCIA PUBLICA NA PMS-Ba
TERAPIA RENAL SUBSTITUTIVA DESAFIOS ATUAIS DA BAHIA
O Sr. José Vasconcelos de Freitas. Fala Do Descaso da UNIÃO GOVERNO E MUNICÍPIO Sobre a TRS.
REGULAÇÃO
Hoje 175 Pacientes internados com Relatórios e prontuários de alta sem ter uma unidade Hemodiálise, para acolher, isso leva de 4 a 6 meses.
QUADRO ATUAL DOS PACIENTES
CLINICA N.Sa. DAS GRAÇAS
192 Pacientes sofrendo com ameaça de fechamento, devido o custo do Serviço de HD. Pago pelo SUS. R$ 194.00 Reais.O Ajuste . Foi de 8.4 e PMS mais 8%.
Resumo a Clínica vai Fechar.
ESTIMATIVAS DE TRANSPLANTES 2016 NA BAHIA.
- Rins 912 Realizado 108
- Fígado 380 Realizado 38
- Córneas 1368 Realizado 504
- Coração 122 Realizado 00
- Pulmão 122 Realizado 00
ESTIMATIVA DE TRANSPLANTE 2016 CEARA
- Rins 534 Realizado 258
- Fígado 223 Realizado 195
- Córneas 801 Realizado 1.267
- Coração 71 Realizado 32
- Pulmão 71 Realizado 06
A PROMESSA DA DOAÇÃO
10.000 MILHÕES À INCENTIVO DOAÇÕES DE ÓRGÃOS TECIDOS E TRANSPLANTES
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